Virtualização de servidores vale a pena? Descubra!

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Virtualização de servidores vale a pena? Descubra!
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Virtualização de servidores vale a pena? Descubra!

A tecnologia é uma aliada para muitos objetivos empresariais: diminuir custos, otimizar processos, aumentar a agilidade, assegurar a vantagem competitiva etc. Essa lista é longa.

A questão da segurança da informação também é parte dela atualmente. Mas os negócios não podem — nem devem — deixar de digitalizar suas operações por tal motivo. A transformação digital não pode esperar!

Assim, além de permitir restringir o acesso a recursos, a virtualização de servidores, como uma solução que visa garantir a separação entre usuários e departamentos, apresenta diversos benefícios. Quer saber quais são eles? Então, siga a leitura deste artigo e descubra como essa opção vale a pena para sua empresa.

O que é a virtualização de servidores?

Apesar de parecer um conceito complexo, a virtualização de servidores pode ser explicada de maneira simples, uma vez que se trata da compartimentalização do equipamento, criando espaços virtuais únicos e isolados por meio de um software. Cada divisória passa a operar de maneira independente, sendo o acesso separado de outros que estão na mesma máquina.

Qual é a diferença entre servidor físico e servidor digital?

Para entender melhor como funciona a virtualização de servidores, é importante compreender a diferença entre as opções física e digital. Não se tratando de definir qual é a melhor, mas de não misturar conceitos. Veja!

Servidor digital

O servidor digital é a conhecida computação em nuvem. Isso implica a locação da infraestrutura e de serviços de segurança, criptografia, plataforma de acesso e outros elementos. Nele, os dados e as aplicações migrados ficam salvos em uma máquina que está fisicamente fora da empresa, podendo ser acessados de maneira remota.

Nesse caso, a virtualização ocorre tanto para separar várias organizações que têm suas informações salvas no mesmo hardware quanto para segregar departamentos ou usuários de cada uma delas.

Servidor físico

O que muda no servidor físico em relação ao digital é sua localização, pois trata-se daquele que está fisicamente na empresa e, portanto, é ela a responsável por toda a gestão da tecnologia, incluindo a virtualização, que pode ser usada de forma interna, para compartimentalizar setores ou funcionários. 

Quais os tipos de virtualização de servidores?

A virtualização de servidores pode ser feita de várias maneiras diferentes e com configurações diversas, cada tipo atende a certas demandas. Para saber qual é a melhor para sua empresa, confira as características de cada uma!

Completa

Essa modalidade é feita por meio de um hypervisor — software que faz a comunicação entre o disco de memória e a CPU. Ele mantém cada divisão independente e desconhecida das outras.

Paravirtualização

Na paravirtualização também se utiliza um hypervisor. No entanto, os sistemas operacionais das partições reconhecem uns aos outros, desenvolvendo uma rede que trabalha em conjunto.

No nível do sistema operacional

Nesse caso, não há o uso de um hypervisor, e sim de um recurso de virtualização — que já compõe o sistema operacional do hardware. Porém, todos os servidores virtuais ficam limitados a ele, não podendo executar outros tipos.

Do sistema operacional

Apesar do nome parecido, essa opção, diferentemente da virtualização no nível do sistema operacional, permite que vários sistemas operacionais rodem no mesmo equipamento. Mais do que isso, ela pode ser organizada com diferentes arquiteturas e aplicações variadas.

Assistida por hardware

O servidor simula componentes físicos do terminal e executa os sistemas guests no hardware do sistema host. Quanto às partições, elas podem rodar simultaneamente sistemas operacionais diferentes.

De aplicativos

Nesse modelo de virtualização de servidores, uma aplicação é separada, no meio eletrônico, dos demais arquivos e do sistema operacional em si, permitindo sua execução por qualquer terminal e garantindo a segurança nesse processo.

Storage

A Storage é uma configuração diferente da virtualização. Ela usa um conjunto de dispositivos físicos, organizados em grupos virtuais, cujo acesso de aplicativos e usuários finais é comum.

Como o Google Computing Platform (GCP) pode ajudar?

O Google Cloud Platform é um serviço de computação em nuvem que serve como servidor virtual. Nele, a virtualização pode criar separações para usuários ou grupos de trabalho para as empresas que usam essa solução. 

As vantagens dessa opção são a escalabilidade e a capacidade de processamento, que não ficam sujeitas ao investimento em equipamentos pela organização. Nesse aspecto, o negócio reduz os custos com a infraestrutura sem perder espaço de armazenamento. 

Como fazer a migração para o modelo de virtualização de servidores?

A migração começa pela escolha do tipo de servidor a ser utilizado. Para isso, o ideal é conhecer os hardwares já disponíveis na empresa. Em seguida, é preciso definir o tipo de virtualização de acordo com as necessidades do negócio.

Com essas decisões tomadas, além de um backup feito, passa-se para a etapa de reorganizar os equipamentos físicos e, se preciso, instalar um sistema operacional, bem como o software que fará a separação. Isso acontece quando o tipo escolhido é o servidor físico.

O próximo passo se trata da configuração, no modelo de virtualização escolhido, com instalação das aplicações complementares, do banco de dados e dos arquivos, além da definição do que cada máquina virtual ou grupo poderá acessar. Por fim, são disponibilizados os meios de acesso, como link na internet e senhas de usuário. Ainda, nesse ponto, a equipe é treinada.

Afinal, por que fazer a virtualização de servidores?

Para entender se a virtualização de servidores vale a pena, basta conhecer as vantagens que justificam o porquê de realizá-la. Os principais benefícios dessa maneira de estruturar os recursos tecnológicos para uma empresa são:

  • digitalização de arquivos e organização de aplicações, limitando o acesso e garantindo a segurança das informações;
  • otimização da capacidade do hardware, gerando uma maior disponibilidade e mais eficácia;
  • redução de custos operacionais; 
  • melhoria na velocidade de execução dos softwares;
  • proteção de dados em caso de erros humanos;
  • oportunidade de implementação de trabalho remoto.

A virtualização de servidores apresenta benefícios bem consistentes para as empresas, em especial, na opção que usa o servidor virtual, como o Google Computing Platform. Desde o processo de migração até o acesso são facilitados em nuvem, ainda mais diante das diversas configurações possíveis, que permitem a resolução de limitações específicas de cada tipo de negócio.

Para entender exatamente por que o GCP é uma escolha inteligente de tipo de servidor para a virtualização, veja como é fácil começar a usá-lo neste artigo do nosso blog. Confira agora!

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