A segurança do GMAIL: entenda por que ela é eficiente

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A segurança do GMAIL: entenda por que ela é eficiente

A segurança do GMAIL: entenda por que ela é eficiente

Quando você faz login em sua conta no Gmail, você sabe que pode contar com um método eficiente para proteger o seu acesso. A plataforma exige uma autenticação baseada em dois fatores, com o objetivo de evitar que pessoas não autorizadas entrem na sua caixa de correio eletrônico. A coisa é tão simples que você imagina que outras empresas, sobretudo aquelas que lidam com mais volume de riquezas, como os bancos, tenham níveis de segurança ainda melhores.

Mas você sabia que alguns bancos não têm o mesmo alcance de proteção que o Gmail? Conhece o motivo? Entenda a eficiência dessa ferramenta com o nosso artigo abaixo!

Como ocorre a autenticação de dois fatores?

Vários prestadores de serviços on-line oferecem dois ou mais critérios de autenticação dos usuários. Essa é uma importante medida de segurança que, no caso do acesso aos e-mails, requer mais do que, simplesmente, o seu nome de usuário e a sua senha. Dessa forma, toda vez que esse serviço perde, acidentalmente, as credenciais de usuário ou alguém invade a conta de outra pessoa, a confirmação feita em dois ou mais passos garante que só você tenha acesso autorizado à sua própria conta.

Quais são os métodos usuais desse recurso no Gmail?

Nos serviços de internet mais protegidos, uma técnica de dois fatores muito comum é aquela em que o usuário digita o seu nome e a sua senha e, posteriormente, recebe uma mensagem de texto (SMS) contendo um código randomizado. Ao colocar esse código no quadro respectivo, passa-se a ter acesso à página seguinte, no navegador, ou à sua conta.

A metodologia de dois fatores, que é utilizada no Gmail, também se baseia na ideia de gerar uma senha específica para o envio do aplicativo para um dispositivo móvel do usuário. Nesse sentido, o uso desse sistema de proteção lhe exigirá dois compromissos básicos: a boa memória para se lembrar da sua senha e a existência de um smartphone com linha em operação.

Há bancos que utilizam a autenticação de dois fatores?

É claro que muitas instituições financeiras também aproveitam deste recurso. O cliente poderá ver a sua conta bancária, fazer saques ou outros serviços de movimentação financeira por meio da sua senha, mas também com, pelo menos, mais um critério de autenticação.

Alguns bancos utilizam a leitura ótica das digitais ou a palma da mão do usuário. Outros, empregam um console token com numerações aleatórias de certificação ou mesmo um cartão com combinações de números, para que o usuário digite quando for solicitado. Ou seja, o fator adicional obedece à ideia de algo que só o usuário conheça e possua, de maneira que outras pessoas não tenham como descobri-lo.

Só que nem todos os bancos proporcionam este tipo de sistema, apesar da maioria já estar em fase de adaptação para adotarem esse nível de proteção. Também é importante notar que a autenticação de dois fatores não é infalível.

De fato, alguns pesquisadores têm mostrado que existem vários métodos que podem ser empregados para se comprometer o acesso superprotegido de um sistema bancário. O mesmo pode ocorrer com a sua conta de e-mail. Mas esse grau de segurança maior faz com que hackers e as outras pessoas mal-intencionadas tenham mais dificuldade para invadir a sua conta.

Restou alguma dúvida ou gostaria de fazer uma observação? Deixe o seu comentário sobre o assunto!

 

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