Computação em nuvem: 4 erros de implementação que devem ser evitados!

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Computação em nuvem: 4 erros de implementação que devem ser evitados!

Computação em nuvem: 4 erros de implementação que devem ser evitados!

Um estudo recente divulgado pela consultoria IDC mostra que as empresas latino-americanas estão entrando em um modo mais amplo de adoção da computação em nuvem. A estimativa é que até o final de 2016, os investimentos em serviços de nuvem pública e privada devam chegar a 3,6 bilhões de dólares — e isso em um momento em que a maioria dos países da região sofre com a recessão econômica.

Se você é um destes milhares gestores de TI que estão pensando em implementar algum serviço de computação em nuvem, não deixe de acompanhar este post. Aqui mostraremos quais são os principais erros que você deve evitar em seu projeto!

Erro 1: Escolher o modelo inadequado de nuvem

Existem basicamente três tipos de nuvens: a pública, a privada e a híbrida. O primeiro passo que você deve dar, portanto, é escolher qual delas se encaixa nas necessidades e objetivos do seu negócio.

Escolher o modelo errado pode não só impactar na inadequação técnica às suas expectativas mas também aumentar os custos. Refazer todo o projeto depois dos investimentos iniciais, por exemplo, pode tornar tudo mais caro e demorado.

A nuvem pública é a mais utilizada pelas empresas pela segurança e por ser adequada à utilização de softwares como serviços (SaaS) e para ampliar o poder de armazenamento, entre outras funções; já a nuvem privada é uma nuvem criada para atender às necessidades de um único negócio (ela pode ser implementada internamente para atender diversas filiais, por exemplo, ou ser fornecida por um provedor, sendo que há a alocação exclusiva da infra). Você também pode optar pelo modelo híbrido, mesclando serviços de nuvem pública com os de uma nuvem privada.

Erro 2: Fazer a migração com muita pressa

Não tem jeito, a pressa é inimiga da perfeição. Com pressa, você pode incorrer na escolha de um fornecedor cujas práticas não condizem com o que você espera, mas também pode não dar tempo para que os usuários internos entendam o novo modelo de infra de TI e impactar negativamente na mudança.

Opte por uma migração gradual, pois isso trará menos impactos no dia a dia da operação. Não caia no discurso de que para migrar do modelo tradicional para a nuvem “basta virar uma chave”. Não pule etapas.

Erro 3: Não dar à segurança da informação a devida atenção

Nós sabemos que ao adotar a computação em nuvem, caem por terra muitas das preocupações com a segurança dos dados que fazem parte do modelo tradicional de infra mantida internamente.

No entanto, muitas empresas falham na hora de escolher seu fornecedor. E este erro é, geralmente, relacionado aos custos. Um serviço de nuvem que custe mais barato pode não ter todas as garantias de segurança, e isso pode acarretar em sérios prejuízos em médio e longo prazo.

Ao contratar uma solução da Google Cloud Platform, você tem a certeza de que está lidando com um fornecedor que utiliza os equipamentos mais avançados, conta com as melhores ferramentas e também trabalha com práticas de segurança testadas e aprovadas internacionalmente.

Erro 4: Não fazer um bom plano de contingência

Por mais incrível que seja o seu fornecedor de serviços de nuvem, ele pode ter problemas físicos em algum momento (incêndios ou inundações no centro de operações; a falência do provedor etc.). Por isso é preciso ter um plano de contingência.

O ideal é que todas as possibilidades sejam levantadas antes de fechar o contrato de prestação de serviços e pensar em como agir (o que o fornecedor deve fazer e como sua equipe interna deve agir). Faça com que as responsabilidades do provedor estejam no contrato e eduque sua equipe interna para que ela aja com rapidez caso o pior aconteça.

Ao implementar um serviço de computação em nuvem da Google, Google Cloud Platform, além de contar com as constantes inovações, você contará com ferramentas que previnem desastres e, caso eles aconteçam, facilitam a recuperação dos dados.

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