Big Query: 4 dicas para realizar a migração sem medo!

Home Big Data
Big Query: 4 dicas para realizar a migração sem medo!

Big Query: 4 dicas para realizar a migração sem medo!

Desde que o Google anunciou, em 2016, algumas melhorias no Big Query (seu serviço para a análise de dados em ampla escala), muitas pessoas cocluíram que é hora de fazer a migração. No entanto, apenas entender que o Big Query é a solução para você não é o suficiente para ser bem-sucedido no processo.

A boa notícia é que essa migração pode sim ser feita de forma rápida, prática e tranquila. Quer algumas dicas para começar? Confira abaixo as principais etapas que devem ser consideradas ao migrar para o Big Query.

1. Entenda por que migrar para o Big Query

Para ser bem-sucedido na migração, você deve estar disposto a entender e documentar a sua motivação para fazê-la. Nessa etapa, é fundamental compreender do que o Big Query se trata e o que ele pode entregar ao negócio.

Antes de considerar a solução, é preciso ter ciência de que essa é uma ferramenta utilizada para analisar grandes volumes de dados. Portanto, se o seu negócio não trabalha com quantidades consideráveis de informação, pode ser que a migração não seja a melhor ideia.

Há também alguns tipos específicos de funções que o Big Query não suporta — afinal, ele não é uma OLTP database nem faz transações em múltiplas colunas. Por isso, garanta que os dados que você possui e as suas necessidades de análise se encaixem com o que a ferramenta tem a oferecer.

2. Calcule os custos da operação

Tire um tempo para entender como o Google precifica os seus serviços e qual opção ele oferece para o seu tipo de negócio. Na Google Cloud Platform, recursos computacionais e armazenamento são cobrados de acordo com o seu uso.

Em geral, empresas gostam de ter um custo previsível com relação às tecnologias que contratam para planejar seus investimentos. Então, fatorar os custos do Big Query é bem importante.

3. Considere a integração

Por mais que o uso do Big Query venha a facilitar a sua vida consideravelmente, é provável que alguns softwares que fazem parte da sua rotina de trabalho precisem permanecer assim.

Antes de optar pela integração, portanto, considere recursos de transformação de dados, visualização e outras ferramentas nessa linha. Certifique-se de que o Big Query será compatível com o resto do seu ambiente de dados e determine, com antecedência, quais ajustes terão de ser feitos para que ele permaneça funcional.

4. Use o Google Big Query Transfer Service

Para não ter problemas ao longo da migração, aposte em soluções chanceladas pelo Google, como o Google Big Query Transfer Service. Ele automatiza a migração de dados do seu SaaS para o Google dentro de uma agenda previamente definida pela sua equipe, facilitando o planejamento e o treinamento dos funcionários.

Utilizando essa ferramenta, é possível fazer a transposição de todo o seu armazém de dados sem escrever uma linha sequer de código. Isso vai liberar sua equipe para cuidar de coisas mais importantes, como a análise precisa de dados.

Como você viu, o Big Query não é nenhum grande desafio. Seguindo essas dicas e contando com o auxílio de profissionais especializados em Google Cloud Platform, a sua empresa não terá problema algum ao realizar a migração.

O que achou das orientações sobre Big Query que citamos aqui? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Conte pra gente nos comentários!

Receba todas novidades


    Veja mais conteúdos: